Diário de bordo

FÉRIAS 2014
Autocaravana HYMER
5ª Saída ( MENINA )


Viajar é uma espécie de experiência que tende a alimentar a imaginação.
"VIAJAR POR PAÍSES DA EUROPA"
PORTUGAL; ESPANHA; FRANÇA; BÉLGICA; ALEMANHA; DINAMARCA; POLÓNIA; ESLOVÁQUIA; HUNGRIA; CROÁCIA; ESLOVÉNIA; ITÁLIA; FRANÇA; ESPANHA; PORTUGAL.

2-07-2014 a 11-08-2014 Total :.8182 Km
Dia 2 de julho -2014
4ª Feira
4ª Feira
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Café Guedes |
Deixamos a nossa casa pelas 8h35 e paramos no "Café Guedes", Torreira, despedidas dos nossos amigos e da "nossa" belíssima "ria". Toda a viagem para Midões foi de "poesia" porque era o DIA DE SOFIA.
- Em Midões abasteceu-se a Casa com Rodas e "gozou-se" e "Amamou-se" a família. De tarde a trovoada "cantou" e a chuva fez a sua aparição.
Bela Passeata.
Dia 3 de julho -2014
5ª Feira
- 8h00 Saída do Largo D. Paz com os "adeus" da família. A estrada de O. Hospital a Celorico da Beira é péssima, mas a "Serra" está "vestidinha" para alegrar a vista e pensar que poderia estar ainda cem "mais montes". A IP5/A25 está cheia de remendos muito mal remendados.
Passaram muitos campers em sentido contrário Vilar Formoso (de Formoso só a "Locomotiva")
Autovia de Castilha é logo outro mundo apesar de também ter remendos. Entre Valladolid e Palência, granizou muito, muito forte granizo. Alguns carros paravam à beira da estrada; em algumas ocasiões não se via nada, mas com todo o cuidado de todos os automobilistas o trânsito fluiu sem paragens. Pela 120 fizemos de Burgos (enorme)… para Logroño, parando numa nova descoberta, na província de La Rioja, Nájera, protegida por altos montes de argila (protegendo a povoação e as vinhas da região).
- Local simpático a (repetir)
- Apesar da falta (6 meses sem NINO) a viagem, embora de muitos Km e muitas horas Foi Boa.
Nágera
6ª Feira
VÍDEO 16:9
VÍDEO 5:4
- Depois de uma noite de "agradável" chuva saímos de Nágera, bem "simpática", em direcção a Logroño pela Autovia Del Caminho de Santiago A12, boa e bela estrada com montículos de argila e manta de retalhos verdes (das alinhadas vinhas) e de todos os tons de castanho ("Louro da searas", "claro", "escuro", "canela") … uma palete de "artista".
- Em Logroño nada a assinalar senão que está grande e de organização e de traçados de estradas e urbanização de louvar.
- Em Pamplona, um pouco de confusão que nos leva à Autovia dei Pirenéus A21 e depois pelas estradas 234 - 150 - 172 - 1720, uma nova estrada, do País Basco/Pirenéus , para nós descobrirmos e passarmos muitas vezes por cima do rio URROBI, que corria veloz e, em vez de água, era barro. Floresta com árvores altíssimas (como nos sentimos : o que somos…uns pequenos seres na natureza). Paisagem de tranquilidade e silêncio que nos transporta para outras dimensões.
- Em Auritz voltamos à estrada do costume para subir/descer/curvar à direita/curvar à esquerda e árvores e árvores enormes. A estrada estava com muitas derrocadas (a noite deve ter sido de grande temporal) e muitos, muitos caminhantes para SANTIAGO. Toda a viagem com chuva e frio.
Em Saint-Jean-Pied-de-Port

Tempo frio e fresco e de noite o rio (de lama) tinha passado por cima da ponte. A meio da tarde, o sol apareceu (os nossos vizinhos holandeses queriam apanhá-lo todo, afastámo-nos e virámos a autocaravana)…
- Quando fomos "caminhar" e fotografar, entramos numa igreja muito tranquila , positiva (pela pedra e pelo "cantar" do rio zangado), muito energética.
VÍDEO 16:9
VÍDEO 5:4
Foi uma BELA PASSEATA.
Dia 5 de julho -2014
Sábado
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- Primeira parte da viagem pelos Vascos "Bascos" sempre verde, com bois brancos e ovelhas de "cara" preta, sempre à quietura dos montes e vales. Rios a ultrapassar as margens.
- Antes de Sauveterre, nota-se a mudança de arquitetura para as Landes. Bonitas as estradas com plátanos de cada lado a "alinhar" o percurso.
- Em Agetmau "La chaise". Em Mont-de-Marsan, as "Joana" e "Catarina" (GPSs) desatinaram e nós também, o que é normal nesta França em que os km parecem ter o dobro dos metros. Tempo de trovoada com calor e nuvens.
Depois das vinhas de Bergerac e dos girassóis acabamos por parar numa destas…simpáticas aldeias, junto ao pequeno jardim com uma grade Tileira (e seu perfume) - CAMPSEGRET (qual o segredo deste campo)? medieval. À noite, chuva forte e trovoada.
Dia 6 de julho - 2014
Domingo
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- A manhã esteve fresca, o que facilitou a viagem. Os campos pintados de verde e amarelo, as nogueiras em grandes extensões. A floresta também está presente especialmente nos montes de Ambaçac já perto de LIMOGES.
A chegada à área de camper foi fácil e o cheirinho a tília estava presente. Compra de pão com muita gente em fila, muito movimento de pessoas a contrastar com a tarde em que se "abosiram" (desapareceram) todos...

A autocaravana ficou parada junto ao jardim com lindas dálias (de piquinhos) cor-de-rosa e laranja e muitas outras "flores" que se observam nas louças "de Limoges".
- Em BESSINE-SUR-GARTEMPE passou o dia de chuva e trovoada, mas deu uma aberta para ver a Vila com as suas flores e sem gente (tudo, mas tudo fechado). Tempo para descansar e até deu para ver o Tour...
Balanço positivo para este dia .
Belo Dia.
Dia 7 de julho -2014
2ª Feira
- De BESSINES para SÈZANNE uma "bonita estrada" A20 com montes e vales, florestas , prados e no planalto searas "louras" (como as francesas)... Belos palacetes e árvores diversificadas e enormes com belos parques de merendas. Em alguns troços parece noite, tal o tamanho das árvores. Lindo!
- Depois do almoço (perto de GIEN), o tempo de trovoada continua, mas os "retalhos" de milho, trigo, beterraba e, mais à frente, vinhas não perturbam a beleza da natureza que nos faz estar bem.
SÉZANNE , uma população típica de "França" que fomos "ver" (ruas, igreja… "Boulangerie" e suas baguetes)...
VÍDEO 16:9
Dia 8 de julho -2014
3ª Feira
- A chuva jurou acompanhar-nos nestas férias e nesta manhã fez mesmo frio. A viagem decorre por uma A/E46, uma vergonha, péssima até e depois de REIMS. Já não parece França e não se pode dizer "volto de novo".
Já na Bélgica em BASTOGNE

A temperatura era de 10 °C e não se pode deixar a "casa", pelo tempo e pela indisposição. Ficamos em casa a descansar e programar "o dia seguinte" no que ao percurso diz respeito.
VÍDEO 16:9
Dia 9 de julho -2014
4ª Feira
- Depois de uma noite, tarde e outra noite de chuva com ela iniciamos a viagem numa a em muito mau estado (deve ser por isso que não se paga) e com uns condutores muito indisciplinados.
- Passamos para outra já melhorzita rodeada por cedros (altíssimos) e pastos. Tantos "verdes" todos "molhados".
- Por volta das 9h00, ficou noite… e alguns km à frente, o dia voltou quando a Bélgica acabou (entre VIVIENS e AACHEN). Entramos na A4/E40, com a chuva a continuar ininterruptamente, com trânsito muito, muito intenso, mas disciplinado. Comboios de camiões.
- Passamos para A1/E37, paramos pelo caminho para abastecer gasóleo (1.389 €/L) e almoçar. Todo um mundo de estradas e filas (sempre a rodar) em 3 vias de tráfego contínuo , tão contínuo como a chuva. Um Passeio Banhado (parece impossível tanta água sempre a cair).
Paramos por fim depois de 412 km e 7,00 h em HOLDORF no parque do McDonald's.

E veio um sol que se transformou de novo em chuva (embora os coelhos que por aqui andam à solta não se ralem com isso... Felizes)! Com trovoada à mistura. Jantar ao som (Mozart) de música clássica ao fim da tarde como uma bênção para o dia de passeio por esta Alemanha.
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Dia 10 de julho -2014
5ª Feira
- Continuamos na A1, mas hoje com piso seco, deixando no parque os coelhos, corvos e pombos bravos.
- Os "riscos" da estrada "apitam" quando os "pisam". Depois do abastecimento e do "apagamento" da "Joana" (tomtom GPS) lá reiniciamos o "passeio" observando que nas obras da estrada usam" fita adesiva" para marcar os amarelos (eficiência/eficácia).
- Em FLENSBURG paramos para abastecer e almoçar (umas "sandes" malucas à alemã). Seguimos para a Dinamarca na E45 com bom piso ("granulado") próprio para chuva e gelo. O "tempo aqueceu", mas os inúmeros campos de trigo ainda "verdejam" e há uns "tufos" de árvores aqui e acolá assim como algumas casas com armazéns (ou melhor, armazéns com casa).
Paramos numa área de descanso com serviços para autocaravanas onde ficamos para descansar.

Dia 11 de julho -2014
6ª Feira
- Às 5.00 H o sol já está alto e a vida se agita, seguindo pela E20, fizemos a primeira passagem para a primeira ilha e depois de muitos dias de terra, terra finalmente mar, mar e que lindo! Casinhas lá perto, por baixo da ponte, muito bonitas (quase Torreira). Os campos estão a florir de "cor-de-rosa" e com "plantações" de eólicas por todo o lado. Com 32ºC às 7.45 h aproximamo-nos de uma (duas seguidas) ponte que permite sentir sobre o mar, mar e ao longe mar… uma beleza!! a ponte em si própria e toda a evolvente de tanto mar e este mar é muito bonito de um "verde mar" que só visto (só visto 98.00 € de travessia) Continuamos "mais leves" com floresta , searas de trigo (nunca vi tanto trigo como nesta viagem), casas isoladas e espalhadas, as povoações não se "vislumbram" da estrada só as instalações industriais e comerciais, nos campos há cavalos e num lago há uma casa (ou uma casa com um lago).? As casas agora já em Copenhague têm "os muros", as cercas em tábuas.
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Chegamos ao parque Belloj Camping cerca das 10h00. Um espaço relvado perto do centro da cidade (4 km a 5 km) com as instalações mais rudimentares. As pessoas falam inglês muito bem e entendem-se, aceitam euros (mas troco em kunas) 27,00 €/noite.
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- Depois do almoço, as "Bikes" saíram da mala e fomos pedalando até ao centro da cidade pedindo informações e seguindo as "centenas" de bicicletas que circulam a toda a velocidade pela cidade (mas que bicicletas, que grandes rodas, que grandes pessoas) com códigos de conduta e com prioridade sobre tudo e todos. Demos uma volta pela cidade "centro" que é bonitinha, mas relativamente pequena (bem organizada).
- Ao voltarmos, a "Catarina" (GPS) perdeu a "cabeça" e andamos às voltas vendo a cidade e apreciando o comportamento das pessoas que nos dão as informações que pedimos (mas nem sempre sabem ler um mapa no telemóvel). Com boa vontade chegamos ao parque cansaditos, mas como "aventureiros".
Dia 12 de julho -2014
Sábado
- Com sol mais escondido do que no dia anterior e menos calor, fizemos os telefonemas para a família.
- Depois de almoço mais um "Tour" ao e no centro da cidade com as bicicletas a circular sempre, embora menos que no dia anterior, lanchamos num banco de jardim junto ao rio e regressamos (sem desvios) a "casa".
- Ao fim da tarde preparamos tudo para a "partida" do dia seguinte (dia que não se sabe bem quando acaba e começa). O sol levanta-se muito cedo agora (no inverno não deve ser assim)...
- A cidade é muito bonita , mas a Dinamarca fica muito , muito afastada de nós. As pessoas são afáveis, mas sentimos-nos numa ilha em que sabem "fazer" e "poupar" dinheiro (para o ter são as condições).
Dia 13 de julho -2014
Domingo
O dia começou com chuva (que toda a noite se fez ouvir) e ao som de música clássica e umas áreas de ópera . Boas estradas mesmo com obras (mesmo ao domingo) e planas com algumas bonitas colinas com muitas cores e cavalos.
- As coníferas estão muito queimadas por cima (devido a chuvas ácidas)? Mas os abetos bem bonitos com belos troncos lisos com um "ar lavado".
Passamos várias pontes para e de ilha de Faro (com mau piso) até chegarmos ao Barco
Para fazer a travessia (de cerca de 1 hora) no Mar do Norte (que é "verde-mar" lindo, lindo).
A viagem correu muito bem no "Princesa Benedita" e as "princesas gaivotas" planaram toda a travessia por cima de nós como que a fazer a despedida (que seres eram para nos acompanhar assim? Só planavam por cima de nós). 114,00 € não pagam esta experiência.

Os/as dinamarqueses são agradáveis, simpáticos.
- Na Alemanha, de novo chuva (que nos abandonou na travessia) na A20/E22 com música clássica paramos em RIEDBRUCH, mas já não parece o mesmo país.
- As grandes distâncias a percorrer "obrigam" a fazer autoestradas.
Dia 14 de julho -2014
2ª Feira
2ª Feira
O dia começou com música ligeira muito boa e pouco movimento na estrada em que se "fazem" km e km sem bombas de combustível. O piso é de "pouca terra" e com remendos. Ao longo da estrada, em vez de árvores, temos eólicas em elevada quantidade e de diversas formas e tamanhos, tornando o ambiente de sonho quixotesco.
Entramos numa povoação para "meter" gasóleo (PASEWALK ) e acabamos por tomar o segundo pequeno-almoço e andar às voltas a ver a cidade por sinal, bem bonita. A partir daí, parece que entramos noutra dimensão (um regresso ao passado) em terras de ninguém e por causa de uma estrada cortada sem indicação de qualquer desvio andamos por calçadas de pedregulhos e de lajes de cimento, qual dos pisos pior que o outro, até chegarmos a uma aldeia SCHMOLLN. Não parecia verdade, não parecia ter acontecido, um "espanto"! Um não acreditar que tudo aquilo fosse real … ainda hoje nos perguntamos se não passou de "invenção" (era a Alemanha Oriental)? Era Ex-Polónia?...
Na Polónia, estrada estrada 10 é boa e tem muitas árvores a ladearem a estrada. Paramos para almoçar e tivemos a primeira prova de solidariedade quando uma moto caiu por causa de um aguaceiro de granizo e imediatamente prestaram auxílio e assistência com preocupação, vivendo o problema dos outros, muito muito prestáveis e tranquilos (a energia da floresta e "dos espíritos" emanam fluidos positivos de altos valores morais).

Pobres de bens materiais se podem observar nas aldeias, mas bem "ricos" de outros valores (os que mais contam na vida). Estamos encantados e, de facto, a música de piano tem tudo a ver com esta "atmosfera". Consigo comunicar muito bem com os polacos: "o gesto é tudo" (a maior parte fala apenas a sua língua).
Nas povoações, as galinhas andam à solta à vontade.
De notar que os cemitérios não têm muros; são abertos, com árvores e bancos junto às sepulturas.
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Dia 15 de julho -2014
3ª Feira
- O primeiro dia a começar quente e com uma música positiva "I Have a Dream" diria um "sonho tranquilo". Pomares de diversas frutas especiais/cerejeiras com mais cerejas do que folhas. Além de muita floresta com diversidade de espécies sem eucaliptos, as estradas são "bordeadas" por carvalhos (em vez dos plátanos em França). As aldeolas (todas iguais ) são com "casitas" e telhados inclinados de lusa lite (a maior parte), embora apareçam outras quase planas, mas tudo "uniforme".
- Os semáforos de vermelho passam a amarelo antes do verde e há indicação das temperaturas do ar e do chão (no pórtico da estrada). A tranquilidade das árvores torna as estradas agradáveis e não cansativas; têm uma energia muito positiva.
- A natureza e as pessoas estão em conexão (coníferas inspiraram a inclinação dos telhados).
O parque onde estamos parados tem relvado, árvores e flores "bombas de combustível", tudo com muito gosto para que as pessoas possam usufruir sem pressas.
As pessoas são muito simpáticas e prestáveis, apesar de não falarem outra língua, cá nós vamos entendendo (qual inglês).!! Um fusível "foi-se", mas houve logo ajuda de um camionista que estava à sombra, numa mesa com a família.
- Apetece ficar sem pressas… e ficamos tranquilos e deu para "relatar" tudo o que estava em atraso. Estamos perto (cerca de 30 km) da terra natal de CHOPIN e se não se ouve um piano a "bicharada" (ou os duendes ou seja lá o que for da floresta)...As energias recarregam a nossa energia e descarregam a do gerador que deitou o fusível ao ar ...
Dia 16 de julho -2014
4ª Feira
- A "passeata" continua com a estrada ladeada de floritas azuis e os campos com gente a trabalhar neles (especialmente batatais). A cerca de 50 km da capital começam as mansões e vivendas maiores e melhores, muita gente a pé e à espera dos autocarros, coelhos a saltitar no campo de trigo cortado. Na E7/E77, há indicações de temperatura nos "pórticos" do ar e do piso: 21 °C e 27 °C. O piso está em mau estado e há obras que barram o trânsito na entrada de Varsóvia.
- Andamos às voltas e voltas e voltas até acertarmos, a luz de bateria acendeu (vermelha).
O parque de campismo WARSAWA tem muitas árvores e ficamos "debaixo" de uma tileira com passarada que vem depois das pessoas saírem.
Encontramos e conversamos com italianos que, como sempre, nos fornecem indicações importantes. Depois de almoço fomos ao centro e foi andar, andar, fotografar e obras a complicar. Edifícios modernos bonitos: as três torres são lindas.
- Encontramos a casa de família de Chopin, hoje uma academia. Na igreja estava (uma lápide de Chopin) e o "Santo" Papa (João Paulo II) a "sair" da parede (uma "Travessia").
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Dia 17 de julho -2014
5ªFeira
5ªFeira
Depois de, na véspera, termos falado com a Soveco e depois do rapaz do parque ligar para uma oficina, fomos à procura para "tratar" da luz (vermelha acesa) da bateria. Encontramos um primeiro viu, viu e chegou à conclusão de que não podia resolver nada; uma segunda casa não tinha possibilidade de "albergar" o camper; finalmente, estava uma oficina Fiat ao lado. Quase ninguém fala inglês e os que falam falam mal. Lá nos entendemos e o diagnóstico foi "alternador".
O Sr. Pawel era uma simpatia e delicadeza que lá conseguimos entender-nos e o assunto ficou resolvido até às 12h40 por 400,00 €.
Depois do almoço e com tempo de trovoada, seguimos a caminho de Cracóvia (tanta obra)! Antes ainda no parque estivemos com um italiano que tinha ido à Ilha de MALTA, mostrou as fotografias partilhando o seu entusiasmo por ter tanta "História" de tantas épocas numa tão pequena ilha do Mediterrâneo com construções megalíticas (as casas todas têm um nome), obra de quem? Talvez, quem sabe?
- A estrada foi-se "fazendo" e aparecem vivendas de melhor qualidade e novas (provavelmente de emigrantes). Floresta e ao longe nos montes de vez em quando avista-se fumo branco de quê? … (centrais nucleares )? … A temperatura está mais baixa: 18 °C no ar e 22 °C na estrada (pavimento), no solo.
Paramos num parque em BRZEGI tendo feito 202 km em seis horas e meia, o que dá ideia do estado do trânsito, o local bem agradável com árvores de fruta , um camionista Romeno veio falar de Portugal (Porto e Figueira da Foz) ia de regresso a casa.
Saímos para comprar sandes e café com leite com chuva que se manteve à noite. De regresso veio um motar com a sua mochila, o seu fogão, a sua louça, para fazer uma refeição junto ao nosso camper e partiu depois de se alimentar.
- Entretanto, vieram mais veículos onde os fumadores sempre saem do carro para o "vício"...
Dia 18 de julho -2014
6ª Feira
- Depois do pequeno-almoço no café do parque, saímos por povoações agradáveis à vista, com galinhas no campo à solta, parques na floresta, planaltos arredondados com belas colinas, grandes rectas (bom piso), "retalhos" a perder de vista, muito bonito. Nas estradas continua o termómetro com duas temperaturas: ar 18ºC e chão 23ºC .
Às 8h10 chegamos ao Parque de Campismo CLEPARDIA em KRAKOW (Cracóvia), que tem os sítios bem distribuídos e os lotes são "limitados" por vasos com sardinheiras e incenso.
Depois de instalados e depois do almoço fomos de autocarro à cidade que é "belíssima", mas o que mais impressiona é a beleza indescritível da catedral que nos incapacita para descrever o "Bizantino" lindo, lindo, a profusão de elementos deste estilo não permite traduzir em palavras o que os olhos transmitem à alma e mesmo assim com os "Olhos Apalermados" de tanta emoção é pela emoção que entra em nós o "extraordinário".
- De regresso ao parque, a emoção estética continua porque tudo é agradável (o ambiente, as pessoas…tudo). Compras de mantimentos e partida no dia seguinte .
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Dia 19 de julho -2014
Sábado
- Do belo parque de CRACÓVIA nos despedimos dos simpáticos e delicados polacos, dos vasos com flores e até de um esquilo a brincar com um cão.
- Para sair da cidade foram "bichas" intermináveis uma hora para fazer 15 Km. Quando começaram as montanhas, as casas apresentavam bom aspecto, muito novas e outras em construção.
Mais uma estrada a passo de caracol (70 km em duas horas). Pelo caminho dá para ver casas com telhado "cobertura" em cobre, roupa estendida sem molas a segurar.
Um Sul do país diferente do Norte (para melhor) quer dizer melhores condições de vida.
Pelas 13.00 h entramos na Eslováquia com colinas verdes e, em breve, as montanhas e florestas sempre a acompanhar-nos. O total de km do dia (180 km) não evidencia as horas e horas de filas por isto, por aquilo ou por nada.
Paramos num parque simpático junto a uma ribeira e fomos dar uma volta pela povoa (LIPTOVSKÁ-OSADA) onde pernoitamos. A parabólica, as bússolas, Joana, a Catarina, (GPS) ficaram doidas. Porquê?... Existência de um campo magnético que as virou do avesso.
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Dia 20 de julho -2014
Domingo
- Domingo com sol, mas manhã fresca ainda na Eslováquia, que é um pequeno, mas bonito país.
- Saímos do parque onde dormimos e onde nem GPS, nem parabólica, nem bússolas "funcionaram", com montanhas "piramidais" a toda a volta. As estradas têm troços bons e outros maus, mas as florestas, de coníferas, cerradas, enchem a "Alma" de alento para prosseguir a viagem.
- À medida que nos aproximámos da Hungria, as povoações tornaram-se diferentes e com menos casas, havendo só duas povoações mais turísticas com pistas para desportos de inverno e um ou outro hotel.
- Nestas zonas a inclinação (declive) da estrada é nem sei (não dizem) de quantos %, mas diria que o ângulo não deve andar muito longe dos 45°, um perigo...
- Os campos começam a não estar cultivados, mas aparecem neles parques de lazer e desporto. Quando começa o planalto, voltam os milhos, o girassol e os "trigos louros". Parecia que outros horizontes se apresentavam, mas só havia uma outra povoação melhor e maior.
- Polícia pela estrada e muitas obras (renovação da via férrea) nos esperavam na via rápida e dentro da cidade. Uma confusão e uma condução perigosa e sem regras.
Finalmente chegamos ao Camping HALLER às 10:50 com muito calor.
Depois do almoço fomos para o centro da cidade ao longo do rio Danúbio e suas pontes (fizemos tudo a pé, cerca de uns 20 km)…
- Nas margens do Danúbio, nos parques, as pessoas estão com seus biquínis a bronzear-se (o sol é para ser apanhado). O rio é lindo, e está cheio de barcos de passeio, mas mete respeito embora se apresente tranquilo a sua profundidade não se vê…Voltamos a pé e devemos ter feito (à volta de 20 km).
- No parque, muito calor (perto dos 40 °C). Ligamos o ar condicionado da Menina "Autocaravana"…
Dia 21 de julho -2014
2ª Feira
Saímos de manhã do parque rumo à cidade utilizando o metrô (com mais de 65 anos não se paga), fomos para o centro e tudo é "grandioso" para qualquer lado que se olhe, só há grandes (e muitos trabalhados) e belos edifícios, tudo em grande escala. Tem que se andar sempre com o nariz no ar e os olhos bem abertos. Tudo, mas mesmo tudo merece uma (FOTO).
Há polícia por todo lado, especialmente sempre que há mais gente. Têm todos um "ar sério" com rostos "fechados" (não estão para conversas)... Fomos andando, andando e descobrimos "os Jerónimos deles" (o parlamento) e a vista para Buda é maravilhosa. As diversas pontes são todas diferentes umas das outras, duas são ferroviárias. Os elétricos estão em "grande", os autocarros são constantes, o metro funciona bem, embora tudo seja "velho", muito "usado".
Há polícia por todo lado, especialmente sempre que há mais gente. Têm todos um "ar sério" com rostos "fechados" (não estão para conversas)... Fomos andando, andando e descobrimos "os Jerónimos deles" (o parlamento) e a vista para Buda é maravilhosa. As diversas pontes são todas diferentes umas das outras, duas são ferroviárias. Os elétricos estão em "grande", os autocarros são constantes, o metro funciona bem, embora tudo seja "velho", muito "usado".
As pessoas usam os transportes públicos. Os jovens falam um pouco de inglês ainda pior do que o meu, mas lá nós vamos entendendo . As pessoas são fechadas (como o país)…de tanto tempo de atrofia, ficaram geneticamente assim (nem sei bem explicar).
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Dia 22 de julho -2014
3ª Feira
Parque "HALLER" Budapeste (melhor, em Peste) tempo nublado a prometer chuva.
Saímos depois de pagar (45,45 € = 13.800 Huf) às 7h30 e, com as obras e o trânsito caótico (sem respeito por nenhuma regra), saímos da cidade após meia hora (ainda conseguimos ver mais uma vez o Belo Danúbio).
- Os trabalhadores são aos magotes… mas parados…a pensar no trabalho e como não devem chegar a nenhuma conclusão sobre o modo de o realizar… para ali vão ficando sem fazer nada (não foi assim que a cidade foi erigida…com outras regras , outros extremos que também não serão de louvar).
- Quando saímos da via rápida (nas autoestradas precisamos de vinheta), deparamos com campos de girassol e trigo já cortado. Pelas povoações em que vamos passando, observamos dois tipos fisionómicos: uns "azingarados", "compridos" e "negros" e outros "redondos", "inexpressivos", "olhar desligado" estão, são, por estar!… Os outros são "russos" e "redondos".
- As estradas são más e junto às povoações péssimas. Os ratos atravessam a estrada (a higiene fica muito a desejar)... os condutores são perigosos e a maioria dos carros e do tempo estão todos "escaqueirados" (são do tempo da guerra e de outro regime). Nota-se um país com gente pobre e um enorme contraste com a capital (é um outro mundo com pessoas que ainda não se "libertaram").
- Há pelo caminho muitas povoações com termas e junto ao LAGO BALATON as povoações são características das zonas balneares, com vivendas mais cuidadas, parques de campismo e muita gente a "gozar" o "luxo" (é mesmo um "Luxo" fazer férias ao longo do lago).
- Junto à estrada está a via férrea e há sempre gente a viajar no comboio (muitos velhos, usados, gastos)… ou de autocarro.
- "Despedimo-nos" da Hungria depois do almoço com a despedida dos cavalos e seu "perfume".
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- Depois de abastecer de gasóleo e comprar qualquer coisa para gastar os últimos "tostões", voltamos à estrada e entramos na Croácia, mas o "policial simpático"? Pediu os documentos e percebeu que queríamos ir para Ljubljana, indicando-nos um retorno para apanhar a via rápida (deles) sem vinheta.
- Entramos de novo na Hungria e saímos depois por fronteiras não definidas (Croácia, Hungria, Áustria e Eslovénia). Entramos na Eslovénia e no primeiro controlo tivemos que tirar a VINHETA (uma menina e um senhor muito simpáticos) 15,00€ para 7 dias que usamos até à Itália.
Zonas de campos planos e "arrumadinhos" e, por volta das 15:15 h, ficou "tudo" tapado por uma nuvem preta, ficou noite com chuva torrencial. Paramos num parque de autocaravanas e camiões (que já não cabiam).
Dia 23 de julho -2014
4ª Feira
- Após uma noite de chuva torrencial, a manhã começou com sol e a viagem pela autoestrada (já que temos vinheta)… foi tranquila e permitiu ver as povoações espalhadas e organizadas com os campos cultivados e verdes. Uma bonita paisagem com os picos dos montes ao longe a delimitar o espaço. O nome dos rios está assinalado em cartaz azul com ~. Para minha provação apareceram uns túneis com setecentos e oitocentos e tal, com mil oitocentos e tal, com dois mil oitocentos e tal metros.
Chegamos ao Parque Laguna em Ljubljana por volta das nove horas e às dez já estávamos instalados.
Fomos ao supermercado (a 800 m) fazer umas compras e depois do almoço fomos para a cidade de autocarro (cartão electrónico com viagem de ida e volta para duas pessoas 4,40€) com sol e calor.
- Andamos por lá e compramos umas lembranças e, entretanto, começou a cair água, água do céu, como se "este" estivesse com "inundação". Engraçado apanhar uma chuvada e ver toda a gente a ficar encharcada debaixo das árvores que entretanto mais molhavam do que abrigavam.
- Quando parou, apanhamos o autocarro e regressamos a "casa", feitas as chamadas e SMS do costume, lanchamos e o relatório foi feito à sombra do toldo enquanto os sapatos secavam ao sol. Durante o lanche tivemos "uma visita" que veio pedir umas migalhas (um pardalito saltitante e "vivo"). Também vieram os mosquitos, como depois se "veriam" picadas nas pernas.
- Acabou a caneta e voltou a chuva, toca a recolher.
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Dia 24 de julho -2014
5ª Feira
- Com neblina e tempo fresco saímos de Ljubljana para a autoestrada a caminho da região das grutas com floresta de coníferas e que sobe permitindo lá do cimo a visão de uma bela paisagem.
- Por volta das 9h, o Sol chegou e as montanhas calcárias deixaram adivinhar as maiores grutas da Europa em Postojna, uma lindíssima montanha com uma energia muito positiva e de tranquilidade, seguindo-se um maravilhoso vale.
- Entramos em Itália por volta das 9h45 com tempo cinzento , 26 °C e avançamos ladeados pelos vinhedos da Friuli Venezia Giulia.
Em San Giorgio di Gana as "cores" enchem os olhos de "GIOIA" (alegria) com obras por todo o lado, tendo a "Joana" JPS feito um desvio por diversos povoados Latisana, Bibione (termas), San Giorgio de Livenza, S. Donà di Piave, Livenza sempre com plátanos e milhos nos campos. Em Mestre de Piave, com chuva e trovoada, paramos para almoçar e continuamos ao longo de canais pela Laguna de Venezia, pela SS309 (a Romea), atravessamos rios cheios (fiume di Brena, Adige, Pó), sempre avançando para Lido degli Estensi, onde chegamos às 15:50 h.
Depois de aparcados, fomos ao primeiro encontro com a beleza e tranquilidade para receber o "ar" cheio de arte, um "respirar" indescritível.
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Dia 25 de julho - 2014
6ª Feira
- No Lido tudo é [!]. Não sei que palavra usar, mas o pequeno-almoço no café do casal de "mais anos" que já nós recebemos como família. Não podia faltar a compra da melancia e pizza nos "fornecedores" habituais, a passeata, o sentar nos diversos bancos, o observar tudo e todos é demasiado para "absorver" quanto mais para descrever mas: - Crianças com trela - cão no andar de baixo do carrinho de bébé - cão no atrelado, de transporte de crianças, da bicicleta - Rapaz a "ladrar" com cão e este a "falar" com ele. etc... Só visto.
Indescritível é um alívio do coração…
Dia 26 de julho -2014
Sábado
- O cappuccino com o brioche é um luxo delicioso e inimitável, "único" de saborear e ver um regalo para os olhos e paladar. O café , o andar, tudo um encanto, uma maravilha.
- De tarde começou um daqueles temporais, a que já estamos acostumados: vento, chuva, chuva trovoada, três horas sentados a ver o espectáculo.
Até isto já faz parte do encontro da estadia neste Lido.
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Dia 27 de julho -2014
Domingo
- Quando íamos tomar o pequeno-almoço, encontramos um italiano que meteu conversa e que já tinha estado em Portugal e que para ali ficaria todo o dia e entre outras coisas, um provérbio: "Ricco de Testa Povero de Tasca", a definição do que é um italiano.
- Depois do pequeno-almoço e das compras (pão, pizza, fruta) preparamos a partida.
- SS309 Via Romea e A13 em direção a FERRARA com muito movimento em sentido contrário e campos de arroz , milho, ervas, tomate, frutas e vinhas.
- Por "obra" de não sabermos o que queria a "Joana" (JPS), levou-nos para a autoestrada para BOLONHA.
- Paramos numa área de serviço CASTEL BENTIVOGLIO
Por volta das 11h25 fizemos o escarro (descargas na AC) e almoçamos. Saímos para a Via Emília SS9 com tanto verde e tanto plano em POTENURE um veado atravessa a estrada até que chegamos a CASTEL SAN GIOVANI que parecia ser "picola" mas nada disso e muito interessante como sempre nos surpreende todas as "ITALINHAS".
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Dia 28 de julho -2014
2ª Feira
- Saída por volta das 8.30 h depois do pequeno-almoço italiano através da VIA PAVESE e Via Emília, deixando a Emília ROMAGNA e entrando na Lombardia, SP10 com colinas repletas de vinhas (VINO TRAVAGLINO), comboios de passageiros e de mercadorias com carros, existência de um passageiro clandestino a bordo, temos um zanzarino connosco, levamos 2 horas para fazer 100 km tal o traçado das vias e transito e as limitações de velocidade.
- QUATORDIO finalmente 2 vias e várias e conhecidas povoações ALBA (Vino Barolo), Cinzano, Bra Cervere (Aglio Porro).
- E74 A32 SS231 muitas rotundas por todo o lado, Aveleiras também se apresentam em grande quantidade.
Depois de passarmos CUNEO S. DAMAZIO (desta vez sem qualquer complicação e sem andar às voltas), chegamos a DELMONTE com o tempo do costume (de trovoada) e com os lindos e altos montes.
Muito calor, nuvens, árvores, sol e vento , chuva (mas desta vez sem o "ribombar"). Depois do almoço, café, mas desta vez não estava a Sra. Dos anos anteriores, estava um Sr. novo e o estabelecimento sofreu algumas alterações para melhorar: janelas grandes, marquise tipo esplanada com almofadas nas cadeiras.
Dia 29 de julho 2014
3ª Feira
3ª Feira
Depois do pequeno almoço, saímos com 17ºC às 8.20 horas e pela SS21 passamos as diversas povoações a caminho de Vinadio no vale do STURA, em AISONE fizeram um "arranjo" com Veados para alem das muitas flores e agora com mais habitações . Em 10 minutos estávamos em VINAI (no dialeto local) e foi preciso vestir casaco, o vento frio não deixou alternativa.

Começaram a cair pingas grossas e de tarde (por volta das 16.00 horas) a trovoada começou a "cantar" e as nuvens estavam "picadas" pelos "picos" dos montes e às 16.40 h granizo, claro que não podíamos deixar de entrar na fortaleza e povoação para ir tomar café e procurar Wi-Fi (turismo).
De noite pararam muitos camiões e as autocaravanas ainda pagam os 5,00 €. Na tenda dos livros carregou-se a bateria do portátil e fizeram-se as compras do costume (este velho hábito, vício de comprar livros para ler).
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Dia 30 de julho 2014
4ª Feira
- O SOL a aparecer no meio dos montes e vento frio de 15 °C, vestir casaco para tomar o pequeno-almoço e comprar pão para o dia.
- Às 8.05 h começamos a percorrer a SS21 verificando que o STURA está com pouca água, que os montes estão a "esboroarem-se", que alguns estão mesmo "partidos" em SAMBUCO (a terra das ovelhas com o mesmo nome e que têm uma "cara" muito comprida tipo cabra).
Depois de todos os 20 tornantes "curvas" (lindo ! Lindo!) a subir completamente diferentes da descida, estávamos no LAGO DELLA MADALENA.
Depois, o COLLE com o mesmo nome e segue-se a FRANÇA pelas 9h00, que é uma "estrada bonita" com arribas em "cima" (mesmo por cima) dela; a montanha, com a neblina, parece um "fumo a sair de uma fortaleza".
- O HUBAYE a correr e saltar com pressa. LA CONDAMINE, como outras de força, tem os semáforos da "carinha sorridente".
- JANSIER com 14ºC e parque junto ao rio, mas do outro lado da estrada; montes cada vez menos altos;
- BARCELONETTE a "Joana" queria ir à feira e desatinou; D900B muito no alto e o rio muito lá embaixo onde fica o maior lago artificial da Europa (antes do Alqueva)... muito no fundo dos montes. Depois vem a zona dos frutos e vinhas em que há uma rede a tapá-las como em REMOULON.
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- Em GAP os montes estão com pouca neve e paramos no SUPER U para almoçar e "alimentar" a menina (autocaravana).
- Atravessamos bem a cidade e D994 faz GAP > VEYNES (17ºC às 12.47H) D993 ASPRES SUR BUECH > COL DE CABRE (estrada em mau estado, mais parecida com um caminho de cabras, mas com bonitas paisagens); LA BEAUME de novo a subir com floresta, ventania e curvas muito bonitas (parece que há mais em menos km do que nos Alpes da Itália); D93 com campos primaveris com papoilas.
- O DRÔME a aparecer nas rochas que estão em cima da estrada (uma sensação de quem atravessa as paredes).
Finalmente, DIE e parque com carros e autocaravanas por ser dia de feira.
O solo com água (das chuvas) é lama e uma passeata pela cidade que nos parece diferente e nota-se que o declínio existe e já "nada é o que era", mas o vinho não deixa de ser exposto para ser comprado (Clairette).
- Uma segunda visita mais tarde e ao fim da tarde vem a polícia receber os 5,00 € (pela noite)
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Dia 31 de julho 2014
5ª Feira
- DIE com Céu azul e fresco 18ºC e foi a partida às 8.20 h pela D93 plana, na base dos montes ao longo do rio DRÔME, começando a aparecer as vinhas nas encostas (Vinho Clairette) e girassol junto ao rio.
- Na D164, um vento forte se fez sentir e CREST aparece numa encosta e pela D104 veem-se os pomares de diversos frutos, salientando-se os pêssegos vermelhinhos que são mais do que folhas.
- Temos agora o rio Rhône passado por PRIVAS com a sua rua (sempre a subir) de plátanos sem zonas para parar.
- Começa o Parque Natural dos Montes Ardèche com as suas "Belas Curvas", que de tantas se anda e se está sempre a voltar atrás, com 8% de inclinação; é uma "ondulação" através da montanha. Avançamos por zonas de basalto, xisto, pirite, parando para almoçar em Meyres (parque só permitido por duas horas), à sombra de um plátano e com o rio por vizinho (Ardèche). Continuamos na N 102 pela floresta (muito dizimada) até ao Hautes-de-Loire, continuando na N88. As estradas são boas e novas.
- Depois de LANGOGNE com 24ºC e vento, "aparece" granito no planalto "tranquilento" como as vacas brancas e castanhas (a descansar) perto de CHÂTEAU-NEUF-DE-RAN DON (28 km de MENDE). Uma zona de "energias" com granito rosa, argila, calcário, xisto (usado nos telhados das casas da região).
Eis que chegamos a MENDE (geminada com Vila Real), ao parque de autocaravanas junto ao rio LOT. Uma primeira visita de olhos e uma volta de "Comboio" turístico para a integração na cidade ao fim da tarde, vento forte, trovoada e granizo.
Dia 01 de agosto 2014
6ª Feira
- Com tempo fresco e noite fresca, já se instalou a preguiça e sabe bem ficar na cama mais tempo (07.15 horas se liga o truma para aquecer a água para o banho). Depois do pequeno-almoço fomos dar uma passeata e fazer compras no Intermarché, dentro do qual "se morre" de frio.
- Após o almoço, arrumação da louça , fomos até ao rio para senti-lo mais de perto e ver como a água "corre" a "correr". Apanhamos umas pedras (como não podia deixar de ser)… neste rio "cantante" de "canções" tranquilas que tornam este local muito positivo apesar do xisto nos telhados, mas que são de uma integração arquitectónica notável.
- A seguir ao lanche fomos ver se a "gasolineira" está a funcionar ao sábado e fomos sentar-nos à sombra de uma tília na praça em frente da Catedral onde se conseguiu acesso à Net.
- Veio um casal com mais anos que nós sentar-se no nosso banco e às 16.00 horas os sinos começaram a tocar a rebate , a "chamar" a "Chamar" as pessoas e aí a Sra. Loura, com vestido às flores e casaquinho curto e branco, explicou que há 100 anos (1914), neste dia (01 de agosto) e a esta hora houve uma "chamada" destas para fazer a mobilização de todos para combater pela França na guerra que "pensavam" que seria curta e tudo se resolveria bem de pressa, mas nem bem (inúmeras baixas, perseguições)… nem de pressa. Agora quer lembrar-se, relembrar-se quando começou, continuou e deu no que deu (sofrimento e dor)… Para que não se esqueçam desses horrores, há um conjunto de actividades (aqui em Mende) este ano e nos anos 2015/2016/2017/2018 também. E quando os sinos tocam desta maneira, uma pessoa (eu) arrepia-se e sente um aperto no coração. Todos os dias se aprende…Com tantas "guerras"... como não será de pensar?.
- A atividade no parque também é interessante: os "Hiperativos - Impulsivos" com atrelados a duas motos, 4 + 2 bicicletas + cão + 2 adultos + 3 crianças (põe, tira, põe, tira). Há os outros que tiram tapa-sol, mesa e cadeiras e "outros" que chegam mais tarde ...
- Ao nosso lado, um casal muito tranquilo com as suas cadeiras no "seu" risco e um gato pelo grande e cinzento que , com a sua "pachorrice", se estica a observar tudo e todos , uma "calma"…uma BELEZA, um SER SUBLIME muito para além de qualquer "Inteligência"…
- O dia só aqueceu de tarde e ao fim da tarde (~ 19.00 h) veio a trovoada e chuva, mas que trovoada e que chuvada! …visto no conforto da autocaravana até que é agradável ver a natureza descarregar a energia acumulada, "limpando-se" e nós também.
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Dia 02 de agosto de 2014
Sábado
- Após pequeno-almoço (em "casa" acabou-se o luxo do cappuccino e brioche) e as descargas, há que fazer a "carga" do combustível, depois do qual se iniciou mais um "Promenade" agora pela route entre LOT e TRUYÈRE e por LES GORGES du Tarn. Montes e vales, floresta e agricultura com "sebes" "descidas" de inclinação de 5% não ultrapassando os ~-880 m de altitude.
- Passamos pelo parque natural "Des Grands Causses" (?) (falta o dicionário)… por povoações em que a velocidade permitida é assinalada por bandas laterais verdes 70 km/h; ocre 50 km/h e vermelho 30 km/h.
- As estradas e autoestradas (gratuitas) foram N88, M75E11; N88 até Albi, que tem obras na circundante (sempre obras). As bichas de 3Km no Tarn apresenta belas colinas coloridas e as coberturas das casas já se podem chamar "telhados" (de Telha).
- Na A64 começam as vinhas; também girassol e milho a comporem as "planuras".
- O almoço foi na Área de Repouso de SANBATAN e a 30 km de TOULOUSE, passamos pelo rio (Aout) ? "Agosto" é pela PORTE DU TARN (restos mantidos) na RD888 com 27 °C ~-.
- 12.35h. TOULOUSE e a sua Ronda de ~- 30Km foi passada por uma quantidade de troços de várias estradas A64-E9; D817; D12; A64-E80; D817; D8 … Se não fosse a "Joana" (GPS) não daríamos conta do recado (já lá vai o tempo em que a GPS era a GRAÇA e não a "Catarina" ou a "Joana") as cidades; as estradas e toda a organização do trânsito são cada vez mais "confusas" para "facilitar" a "mobilidade". A ajudar, temos a condução "apressada" destes "apressados" que não sabem senão andar a "correr" .
Por volta das 14.00h chegamos ao Parque de autocaravanas junto ao LA GARONNE.
(verde e apressado como tudo por aqui) Com margens de grandes árvores e no leito do rio junto à ponte e à queda de água ainda se encontram as árvores que foram arrastadas nas torrentes do inverno: SAINT MARTORY é uma pequena aldeia (?) vila (?) com antecedentes pré-históricos e por onde passaram os romanos e a "Idade Média" com senhores e servos com desenvolvimento de palacetes (Châteaux).
- Por volta das 18h00 veio uma trovoada com eco motivado pelos montes e granizo. Quando a tempestade passou, ficou mais quente e o parque encheu e como não podia deixar de ser ... (Um casal inglês com filhos veio jogar à bola e fumar junto da nossa "casa") (quebrar a harmonia do local).
- A escrita feita olhar o rio e a escutar música ligeira (na rádio Nostalgie)... variada e muito boa (francesa, italiana, inglesa, americana)... "Belle soirée d'été". Rádio Nostalgie (tranquilidade)…Força da EDITH a completar … ficamos a olhar para o rio horas…a beber energia … o magnetismo da água e dos "verdes".
- A viagem correu bem apesar de haver muita "gente" a circular logo de manhã cedo.
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Dia 03 de agosto de 2014
Domingo
- Manha de neblina sobre o rio GARONNE em ST- MARTORY e a "andança" do dia começou pela D817 com plátanos a "ombrear" (e "sombrear ") as estradas e os picos dos pireneus a avizinhar-se D921 em St. GRANDES fabrica mal cheirosa como a nossa Cacia ou ( Fig. Foz); na D8 há vestígios Romanos (ruinas) muito plana com os picos a "picarem" o horizonte e as habitações de piso térreo parecem bem "agarradas" ao solo.
- (D33) ESPANHA com o GARONA (agora é o nome dele já que nasce nos Pireneus deste lado) à direita com rápidos "apressados" e esquilo também corre a atravessar a estrada.
- Carretera 230 já em Espanha paramos para o abastecimento, sendo a Sra. Da Gasolineira é uma simpática faladora.
- Com um "Garonito", o pequeno GARONA passamos (não havia onde parar) diversas pequenas e belas povoações com zonas de termas, zonas de minas e sempre centrais de produção de eletricidade aproveitando o rio e as suas águas agitadas.
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Chegamos a uma estância invernal lindíssima, integradíssima (VIELHA) com gente simpática e muito agradável. Junto ao rio GARONA dormimos, adormecendo com a sua música.
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Dia 04 de agosto 2014
2º Feira
- Deixamos VIELHA e a maravilhosa evolvente (Os PIRENEUS são um encanto) numa manhã 18ºC fresca e húmida com neblina a cobrir os montes deixando a Catalunha com boas estradas depois de um túnel de 5km mas não claustrofóbico embora sempre a subir até 3400m de altitude, entrada em ARAGON com estradas péssimas e túneis pequenos e pouco bonitos, mas com paisagens com tantos montes e "gargantas" de tirar a respiração de tantos picos e abismos (Gigantes com pés de barro) mesmo barro com formas e cores lindas. (Fonte de inspiração do Dalí).
- As águas dos embalses são de cor verde-escuro que contrasta com "o barro". Pena que não haja parques para parar nesta estrada que tanto é perigosa como bela.
- Depois vem o planalto e na N123 aparecem as paisagens do nosso (Trás-os-Montes) com os "retalhos" e as amendoeiras, com o rio CINCA aparecem as vinhas e olivais.
- Depois de atravessar a ponte de PILAS entramos na A22 sempre em planalto, pela Sierra de Guara (2077m de altitude) passamos por HUESCA ( por fora ) e é a aridez em "primeira pessoa" até ZARAGOZA com o calor a apertar (como sempre por aqui) e a fome também.
Depois pela Autovia del Nordeste observam-se as amendoeiras, as vinhas, os morros (a lembrar os filmes americanos) e saímos para a CL116 / A196 estrada amarela no mapa) Mas sem movimento bem planáltico, pois bem "plana" a 1050 m de altitude. Depois de pomares, pastos e girassóis, Burgo de Osma faz-nos parar, ver a povoação e descansar dos quase 500 km percorridos. (Um burgo bem castelhano.)
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Dia 05 de agosto 2014
3º Feira
Paramos em Aranda de Duero. Como há água nesta "Área", houve higiene por dentro e por fora da "Menina" Autocaravana.
À tarde estava calma, aproveitamos para dar uma volta pela cidade. Iniciamos pela Plaza Mayor (que até não é grande); igrejas; exposição de pintura de Salvador Dalí. Judiaria e PLAZA DE ROLLO "dos meus antepassados"!?… (onde se fazia justiça), ponte sobre o Rio Duero que apresentava água suja e barrenta … "muito calor"… regressamos para jantar, descansar, preparar as coisas para o dia seguinte, andar mais uns km até Tordesillas.
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Dia 06 de agosto 2014
4ª Feira
- Seguindo a N122 remendada à saída de Aranda, fomos encontrando as muitas vinhas do DUERO (em terreno quase plano) nada parecidas com as do nosso DOURO. Milhos e girassóis quase até PEÑAFIEL com o seu bonito castelo e pinhais de "árvores"redondinhas (muito femininas).
- A Autovia A11 está com um piso de "tremeliques"

Fomos ao centro, mas tudo (quase tudo) estava fechado, monumentos limpos e algumas casas (as grades) a cair, como a do Rei Henrique III. Muito calor (30 e muitos, quase 40 °C) como de costume.
- No parque muda que muda de sombra até que chega a noite, mas não acaba o calor. Vieram mais autocaravanas, 2 italianas + 1 espanhola + 1 inglesa + (? francesas).
- O calor, mesmo com o vento do rio, manteve-se até tarde e de madrugada arrefeceu.
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Dia 07 de agosto 2014
5ª Feira
- A manhã começou com SOL e algumas nuvens esfarrapadas, saímos às 9.15 h (que preguiça )... e como não obedecem à "Joana" entramos na N620 que não está nada mal , melhor que (A62 E80) Autovia de Castilla onde há Km e Km de péssimo piso (lá vai o tempo em que as estradas de ESPANHA eram as melhores da Europa)...
- Pelo caminho podem ver-se os "retalhos" a perder de vista, sem horizontes limitados. Em SIETEIGLÉSIAS há um parque para camiões onde se pode ficar . Vários "Pueblos" ao longo, mas ALAEGOS apresenta duas belas torres de igrejas que "dominam" a "planura", uma imagem bem simpática da presença de humanos numa paisagem em que parece não haver "alma viva".
- Agora chega SALAMANCA com os seus "dormitórios" a km de antecedência e muitas novas urbanizações dos dois lados da Autovia, que só estava boa na proximidade da cidade , bem afastadas desta.
- Depois voltam os "remendos" e começam a aparecer os contornos da Sierra Peña de Francia ao longe, uns "amarelos" em primeiro plano e umas árvores "espalhadas".
- As búfalas permanecem deitadas, paradas, como tudo o que as envolve, sem pessoas e "sem tempo", só espaço, muito espaço.
- Resolvemos entrar em SANCTI SPÍRITUS , mas o local para parar (não nos atraiu) na zona industrial fica longe da povoação.
- Voltamos à A62 E80, com pior piso do que N620, e a paisagem mantém-se agora com Touros Pretos "semeados" nos campos onde só há palha , toda a relva já secou e nem parece que tanta água tenha "caído" do Céu.
- FUENTES DE OÑORO abastecimento de gasóleo antes de VILAR FORMOSO (de "Formoso" só o nome e a lindíssima Estação dos Comboios com azulejos representativos de todo o PORTUGAL). Uma obra de "Boas-vindas" ou de "Despedida"... Regresso a Portugal pelas 11.00 h (P) 12.00 h ( Europa) e voltas e voltinhas para arranjar onde parar, pois junto à fronteira obras e estacionamento "Fechado". Arranjamos um aparcamento debaixo de uns choupos perto da estação.

Após o almoço, café na esplanada junto ao Hotel Lusitano e, depois do lanche, uma passeata até ao outro país, onde a organização e o tratamento das ruas são completamente diferentes. Neste nosso Portugal é um "abandono"… Antiga alfândega abandonada e degradada está transformada em pombal, não se podendo andar nos dejetos da passada e casa ao lado(antiga pensão)? Toda esventrada. (É UMA PENA) !..?...
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Dia 08 de agosto 2014
6ª Feira
- Depois do pequeno-almoço, iniciamos a viagem pela A25 com tempo muito cinzento por cima, tipo "capacete" e com o horizonte azul claro. A temperatura ronda os 19 °C, já mais "fresco".
- O telemóvel só "entrou " em Portugal / Vodafone depois da cidade da Guarda.
Quando chegamos a CELORICO, o SOL estava escondido e a primeira sensação era de frio. Fomos dar uma volta a pé pela Zona "velha" e voltamos para o almoço após o qual veio de novo o hábito (vício) do café.
Mais tarde fomos comprar pão e, no regresso, os relatórios foram acabados já não no "lugar do Nelson" , mas do outro lado da rua, com o cruzeiro na traseira e monumento ao "QUEIJO" Homem Pastor, Mulher, fabrico artesanal (manual com mãos frias para ficar bom).
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Dia 09 de agosto 2014
Sábado
- Saída às 7h40 com sol, mas nuvens baixas e escuras pela estrada N17 aos saltinhos, embora a nossa faixa esteja melhor que a outra!…
Chegamos a Midões às 9.35 horas com o tempo cinzento
Dia 10 de agosto de 2014
Domingo
Midões ...recargar energia ...
Dia 11 de agosto de 2014
2ª Feira
Chegada a casa
CURIOSIDADE :
Três Cidades " três vivência " Distinta
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FIM ...
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VÍDEOS
MAIS PASSEATAS EM 2014
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